Muitas pessoas me perguntam: “Por que voltar a disputar um cargo público depois de já ter sido governador?”

A resposta é simples: porque eu não consigo olhar para o momento que o Brasil e o Rio Grande do Sul estão vivendo e ficar de braços cruzados.

Vejo um país preso em disputas políticas que pouco ajudam a resolver os problemas da vida real. E vejo um Rio Grande que precisa voltar a ser defendido com firmeza e capacidade de articulação em Brasília.

O Rio Grande é maior do que qualquer ideologia. Nosso Estado precisa voltar a crescer, recuperar seu protagonismo e ter uma voz capaz de colocar os interesses dos gaúchos acima das diferenças.

Não é com política de espetáculo, com lacração ou disputas nas redes sociais, que vamos mudar a vida das pessoas. É com seriedade, trabalho e capacidade de construir resultados.

É por isso que me coloco novamente a serviço do Rio Grande, um Estado do qual nunca me afastei.

Foi assim que governei: com diálogo, respeito e capacidade de construir consensos. Foi dessa forma que avançamos na educação, fortalecemos a saúde, criamos o Primeira Infância Melhor e modernizamos o sistema tributário, ajudando o Rio Grande a seguir em frente.

É essa experiência, essa firmeza e essa capacidade de articulação que quero levar agora para o Senado.

Porque o momento que o Rio Grande vive exige alguém capaz de dialogar, unir e construir soluções. Alguém que saiba defender os interesses do nosso Estado acima das disputas políticas e transformar diálogo em resultados.

Eu quero ser a tua voz em Brasília.

Segue o teu coração.

O Rio Grande do Sul precisa recuperar o protagonismo político no Brasil.

Segue o teu coração.

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Vou ser a tua voz em Brasília.

Revisão da dívida do RS

Vou negociar a prorrogação da suspensão do pagamento da dívida do Estado com a União  por, pelo menos, 36 meses para promover uma grande discussão sobre esse débito. Sem uma solução definitiva para esse problema, é impossível pensar no desenvolvimento do RS. E se nada for feito, o Estado terá que retomar os pagamentos em 2027, comprometendo ainda mais sua já comprometida situação fiscal.

 

Ajustes na Reforma Tributária

Vou trabalhar para aperfeiçoar a reforma durante sua implementação, evitando aumento da carga tributária e prejuízos aos pequenos e médios empreendedores e consumidores. Estados e municípios mais fragilizados nesta transição precisam contar com mecanismos compensatórios que minimizem eventuais impactos.

Criação de Fundo Constitucional para o Sul

Quero transformar o desenvolvimento regional em uma política permanente, com a criação de um Fundo Constitucional para o Sul, seguindo o modelo proposto pela FIERGS. O Sul também precisa de instrumentos para crescer e competir.

Pacto Federativo

Vou trabalhar por um novo Pacto Federativo, com distribuição mais justa de recursos e responsabilidades entre União, Estados e Municípios. Quem está na ponta precisa de mais autonomia para investir em infraestrutura, saúde, educação e atender melhor a população.

Tabela SUS

Vou defender a criação de mecanismos que aproximem os valores pagos pelo SUS do custo real dos procedimentos médicos. A remuneração precisa acompanhar a evolução das despesas para garantir melhores condições de atendimento e fortalecer a saúde pública.

 Dívida dos Produtores Rurais

Vou trabalhar pela renegociação das dívidas dos produtores rurais, com prazos compatíveis, juros adequados e condições diferenciadas para quem foi atingido por eventos climáticos extremos. O produtor precisa de crédito, segurança para investir e condições para permanecer no campo.

Proteção aos micro e pequenos empreendedores

Vou defender menos burocracia, mais acesso ao crédito e um ambiente seguro para quem trabalha, investe e gera empregos. Defenderei o fortalecimento do Simples Nacional e a ampliação do limite de faturamento, permitindo que mais empresas permaneçam em um regime compatível com sua realidade.

Filho de Germano João Rigotto e Julieta Diniz Vargas Rigotto, Germano Rigotto nasceu em Caxias do Sul, há 76 anos. É casado com Cláudia Rigotto e tem dois filhos, Rafael e Roberta. Seu interesse pela atividade política apareceu quando estudou no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza, escola pública de sua cidade natal. Também foi em Caxias que iniciou sua vida profissional, como cirurgião-dentista. Dividia seu tempo entre os atendimentos no consultório, as aulas que lecionava em um tradicional curso pré-vestibular da cidade, e a atividade de dirigente esportivo na Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias.

Cursou Odontologia e Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre, onde filiou-se ao MDB. Foi na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que Rigotto iniciou sua vida política, como líder estudantil.

 

Em 1976, com apenas 27 anos, Rigotto foi eleito vereador em Caxias do Sul com a maior votação do MDB. O sucesso nas urnas o credencia para assumir a liderança da bancada do partido na Câmara Municipal.

 

Em 1982, foi eleito para o primeiro de seus dois mandatos consecutivos como deputado estadual. Em 1986, assumiu a liderança da bancada do MDB, comandando 27 dos 55 deputados da Casa. Também foi o líder do governo Pedro Simon na Assembleia Legislativa.

 

Nos anos 1990, Rigotto acumulou três eleições consecutivas para a Câmara Federal, e foi líder do governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso. Também foi presidente de importantes comissões na casa, como a de Finanças e Tributação e a da Reforma Tributária, o que o tornou referência no tema.

Em 2002, foi eleito Governador do Estado, e sua gestão foi marcada por importantes realizações. Atraiu mais de R$ 30 bilhões em investimentos para o RS, criou o Primeira Infância Melhor (PIM) e garantiu ao Estado o reconhecimento da Unesco pela qualidade da educação. Também modernizou a gestão pública estadual, criando ferramentas como Nota Fiscal Eletrônica e o Pregão Eletrônico.

 

 

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