Muitas pessoas me perguntam: “Por que voltar a disputar um cargo público depois de já ter sido governador?”
A resposta é simples: porque eu não consigo olhar para o momento que o Brasil e o Rio Grande do Sul estão vivendo e ficar de braços cruzados.
Vejo um país preso em disputas políticas que pouco ajudam a resolver os problemas da vida real. E vejo um Rio Grande que precisa voltar a ser defendido com firmeza e capacidade de articulação em Brasília.

O Rio Grande é maior do que qualquer ideologia. Nosso Estado precisa voltar a crescer, recuperar seu protagonismo e ter uma voz capaz de colocar os interesses dos gaúchos acima das diferenças.
Não é com política de espetáculo, com lacração ou disputas nas redes sociais, que vamos mudar a vida das pessoas. É com seriedade, trabalho e capacidade de construir resultados.
É por isso que me coloco novamente a serviço do Rio Grande, um Estado do qual nunca me afastei.
Foi assim que governei: com diálogo, respeito e capacidade de construir consensos. Foi dessa forma que avançamos na educação, fortalecemos a saúde, criamos o Primeira Infância Melhor e modernizamos o sistema tributário, ajudando o Rio Grande a seguir em frente.
É essa experiência, essa firmeza e essa capacidade de articulação que quero levar agora para o Senado.
Porque o momento que o Rio Grande vive exige alguém capaz de dialogar, unir e construir soluções. Alguém que saiba defender os interesses do nosso Estado acima das disputas políticas e transformar diálogo em resultados.
Eu quero ser a tua voz em Brasília.
Segue o teu coração.
O Rio Grande do Sul precisa recuperar o protagonismo político no Brasil.
Segue o teu coração.
Filho de Germano João Rigotto e Julieta Diniz Vargas Rigotto, Germano Rigotto nasceu em Caxias do Sul, há 76 anos. É casado com Cláudia Rigotto e tem dois filhos, Rafael e Roberta. Seu interesse pela atividade política apareceu quando estudou no Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza, escola pública de sua cidade natal. Também foi em Caxias que iniciou sua vida profissional, como cirurgião-dentista. Dividia seu tempo entre os atendimentos no consultório, as aulas que lecionava em um tradicional curso pré-vestibular da cidade, e a atividade de dirigente esportivo na Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias.
Cursou Odontologia e Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre, onde filiou-se ao MDB. Foi na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que Rigotto iniciou sua vida política, como líder estudantil.
Em 1976, com apenas 27 anos, Rigotto foi eleito vereador em Caxias do Sul com a maior votação do MDB. O sucesso nas urnas o credencia para assumir a liderança da bancada do partido na Câmara Municipal.
Em 1982, foi eleito para o primeiro de seus dois mandatos consecutivos como deputado estadual. Em 1986, assumiu a liderança da bancada do MDB, comandando 27 dos 55 deputados da Casa. Também foi o líder do governo Pedro Simon na Assembleia Legislativa.
Nos anos 1990, Rigotto acumulou três eleições consecutivas para a Câmara Federal, e foi líder do governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso. Também foi presidente de importantes comissões na casa, como a de Finanças e Tributação e a da Reforma Tributária, o que o tornou referência no tema.
Em 2002, foi eleito Governador do Estado, e sua gestão foi marcada por importantes realizações. Atraiu mais de R$ 30 bilhões em investimentos para o RS, criou o Primeira Infância Melhor (PIM) e garantiu ao Estado o reconhecimento da Unesco pela qualidade da educação. Também modernizou a gestão pública estadual, criando ferramentas como Nota Fiscal Eletrônica e o Pregão Eletrônico.
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